Star Wars VII: O Despertar da Força

Décadas após a queda de Darth Vader e do Império, surge uma nova ameaça: a Primeira Ordem, uma organização sombria que busca minar o poder da República e que tem Kylo Ren (Adam Driver), o General Hux (Domhnall Gleeson) e o Líder Supremo Snoke (Andy Serkis) como principais expoentes. Eles conseguem capturar Poe Dameron (Oscar Isaac), um dos principais pilotos da Resistência, que antes de ser preso envia através do pequeno robô BB-8 o mapa de onde vive o mitológico Luke Skywalker (Mark Hamill). Ao fugir pelo deserto, BB-8 encontra a jovem Rey (Daisy Ridley), que vive sozinha catando destroços de naves antigas. Paralelamente, Poe recebe a ajuda de Finn (John Boyega), um stormtrooper que decide abandonar o posto repentinamente. Juntos, eles escapam do domínio da Primeira Ordem.

Star Wars VII: The Force Awaken | Direção: J.J. Abrams | Roteiro: J.J. Abrams, Lawrence Kasdan, Michael Arndt | Elenco: Daisy Ridley, John Boyega, Adam Driver, Harrison Ford, Carrie Fisher, Mark Hamil e Lupita Nyong’o | Gênero: Aventura, Ação, Ficção Científica | Nacionalidade: Estados Unidos

Eu sempre gostei de todo movimento que existe em estreias de um filme. Sempre foram minhas fascinações o tapete vermelho, entrevistas, expectativas, o burburinho do público, críticas, recepção e tudo mais que envolve esta fantasia do cinema de ouro. Não importa aonde esteja, estando em uma, já é um êxtase. E por mais que não acompanhasse a história de Star Wars, eu tinha uma simpatia pela saga toda. Só não tinha assistido as suas triologias, por falta de oportunidade (e um pouco de preguiça, confesso). Eis que surge O Despertar da Força, o seu sétimo episódio. Quer oportunidade mais justa do que esta? Dada a largada da estreia, me comprometi e assisti aos filmes anteriores e confesso que me pegou. Virei mais uma fã de Star Wars. E depois de assistir a esta nova história, fiquei pensando que não foi justo o que J.J. Abrams fez comigo.

Star Wars VII: O Despertar da Força começa depois de anos após a queda do império e a volta da paz na galáxia. Então já saiba que não tem Darth Vader mais no espaço. O que acontece é que ainda existe o lado negro da força que o povo ainda insiste em seguir. O que faz com que a guerra volte e laços familiares se desfaçam. Já perceberam como o drama familiar de Star Wars tem um gostinho de novela mexicana? E coincidentemente, histórias se repetem e o ciclo da sedução do poder, ilusão, a força do bem e do mal, dramas pessoais e etc, continuam. Algumas indiretas feitas, o que tem de novo é a introdução de personagens como Rey (Daisy Ridley) e Finn (John Boyega). Os dois têm em comum, o seu passado triste e explorado. Enquanto Rey teve que se virar para sobreviver no deserto sem família e catando sucata, Finn foi tirado de seus pais parar virar um stormtrooper, o soldado imperial criado apenas para matar. Mas agora ele não quer mais ser assim. Ao contrário do que normalmente acontece em Star Wars, a força o levou para o lado do bem. Lindo, não? Mas como os dois se conhecem e ajudam Han Solo (Harrison Ford) e companhia a reencontrar Luke Skywalker (Mark Hamil )? Você VAI TER QUE assistir o filme pra saber!

O filme dirigido por J.J. Abrams, famoso por dar um upgrade em produções desgastadas, não só deu uma boa repaginada em Star Wars, mas o adaptou muito bem para a época atual. Quer algo mais moderno do que ter uma mulher e um negro como protagonistas, e o melhor, não serem estereotipados por isso? Logo em uma produção de Star Wars, onde tem guerras em que apenas os homens eram os heróis da nação, agora quem salvou (por ora) foi uma garota jedi? Segundo as minhas percepções, ela é sim jedi, e vai ser tão lendária quanto Luke Skywalker foi. Mas não somente a dupla Rey e Finn são o grande atrativo em cena. Quando Han Solo e Chewbacca (Peter Mayhew) aparecem dizendo que estão em casa, é tão emocionante que fazemos ~gemidos de Chewie~ para comemorar a volta dos dois. Mas aguenta que tem mais ainda. Se o mundo adorava Darth Vader, Kylo Ren (Adam Driver) também faz um excelente vilão. Chegando a ser tão malvado quanto seu ídolo master. Usa e abusa tanto da força que até me enganou no pior momento da história. E por mais que meu coração tenha sido partido depois deste filme, mal posso esperar para que a guerra continue.

4 comentários em “Star Wars VII: O Despertar da Força

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