Para Sempre Alice

058290.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxA Dra. Alice Howland é uma renomada professora de linguística. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. Ela é diagnosticada com Alzheimer. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John, fragiliza, ela e a filha Lydia se aproximam. Fonte: AdoroCinema  

Começando a maratona do Oscar 2015, Para Sempre Alice nem foi indicado ainda à premiação e eu já estou colocando nomes nos cartões de vencedores. Desde sua produção vem se dizendo que finalmente Julianne Moore levará a tão sonhada estatueta de Melhor Atriz. Merecido? Com certeza. Por este filme? Acho melhor você correr atrás de outras películas desta mulher.

Alice (Julianne Moore) é uma respeitada doutora,professora,mãe e esposa que aos 50 anos começa a ter os primeiros sintomas de alzheimer que chegou de forma precoce na sua vida. Ninguém nunca imaginaria que justamente para uma mulher no qual o trabalho as palavras sejam mais do que essenciais são as que mais estão fugindo. Definitivamente. É muito mais do que simplesmente esquecer uma palavra ou algum compromisso por falta de relevância ou comprometimento, mas é a doença lhe tirando completamente não só a sua sanidade, mas a sua história. “É como se as lembranças estivessem se esvaindo. Eu sei o que estou sentindo, eu sei qual é a sensação. Parece que o meu cérebro está morrendo! E tudo pelo que trabalhei a vida toda está sumindo”, estas frases resumem bem o drama pelo qual o filme se dedica.

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O Labirinto do Fauno (2006)

19872468.jpg-r_640_600-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxEspanha, 1944. Oficialmente a Guerra Civil já terminou, mas um grupo de rebeldes ainda luta nas montanhas ao norte de Navarra. Ofelia, de 10 anos, muda-se para a região com sua mãe, Carmen. Lá as espera seu novo padrasto, um oficial fascista que luta para exterminar os guerrilheiros da localidade. Solitária, a menina logo descobre a amizade de Mercedes, jovem cozinheira da casa, que serve de contato secreto dos rebeldes. Além disso, em seus passeios pelo jardim da imensa mansão em que moram, Ofelia descobre um labirinto que faz com que todo um mundo de fantasias se abra, trazendo consequências para todos à sua volta. Fonte: AdoroCinema

O Labirinto do Fauno é um daqueles filmes no qual me arrependo profundamente de não tê-lo visto antes. Mas nada que um Netflix da vida não resolva né? O filme é extraordinário ao fazer aquilo que, nós sonhadores, adoramos fazer em momentos de crise: fugir da realidade.

A pequena Ofélia (Ivana Baquero) é filha de Carmen (Ariadna Gil) que acabou de se casar com o Capitão Vidal (Sergi López), um carrasco general pronto para qualquer guerra. Elas acabaram de se mudar para um vilarejo nas montanhas onde o Capitão luta contra grupos rebeldes do local e aguarda a chegada do seu futuro filho com a nova esposa, que está muito frágil devido a gravidez. Lá, tudo é sob regras e ai de quem desobedecer. Mas no caminho, Ofélia enxerga uma fada que a leva até o labirinto do Fauno, um lugar cheio de magia e desafios que podem lhe salvar daquela triste realidade em que vive.

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Lucy

1Quando a inocente jovem Lucy aceita transportar drogas dentro do seu estômago, ela não conhece muito bem os riscos que corre. Por acaso, ela acaba absorvendo as drogas, e um efeito inesperado acontece: Lucy ganha poderes sobre-humanos, incluindo a telecinesia, a ausência de dor e a capacidade de adquirir conhecimento instantaneamente. Fonte: AdoroCinema

Existem filmes que a gente assiste só por causa de alguém. Lucy me pegou pelo fato de adorar a Scarlett Johansson que é uma das melhores atrizes da atualidade. Ela não se apega apenas aos altos salários e status em Hollywood. Há tempos a atriz vem se aventurando como nunca no cinema e eu amo quando um artista faz isso. Scarlett mais do que nunca mostra que não é só um rostinho bonito.

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